Escleroterapia de varizes calibrosas: como funciona
Tratamento minimamente invasivo para varizes tributárias, com avaliação vascular individualizada e acompanhamento especializado.
Na Clínica Fares, o atendimento começa com uma consulta e, quando necessário, com ultrassom Doppler. Assim, o cirurgião vascular identifica as veias comprometidas antes de indicar o tratamento.
A técnica pode utilizar espuma esclerosante e orientação por ultrassom. A indicação depende do calibre das veias, dos sintomas, do histórico de saúde e da anatomia de cada paciente.
Entenda a condição
O que são varizes tributárias calibrosas?
Varizes tributárias são veias que se conectam às veias superficiais principais. Quando ficam dilatadas e tortuosas, podem causar alterações visíveis nas pernas, dor, peso, cansaço ou inchaço.
O termo calibrosas indica que essas veias são maiores do que os vasinhos e as microvarizes. Por isso, o tratamento precisa considerar o fluxo venoso e a relação com outras veias.
O ultrassom Doppler ajuda a localizar o refluxo, mapear os vasos e planejar a abordagem.
Indicação
Quando a escleroterapia pode ser indicada?
A escleroterapia pode ser considerada para algumas varizes tributárias de médio ou maior calibre. A indicação depende do exame, dos sintomas e da anatomia venosa.
O procedimento pode ser avaliado quando há:
•varizes dilatadas e tortuosas;
•dor, peso, cansaço ou inchaço relacionados ao quadro;
•veias tributárias que permanecem após o tratamento do tronco principal;
•necessidade de complementar endolaser, radiofrequência ou cirurgia;
•indicação médica de uma abordagem minimamente invasiva.
A espuma não é adequada para todos os casos. O cirurgião vascular pode indicar outra técnica quando ela oferece melhor segurança ou resultado para o paciente.

Vantagens
Possíveis benefícios do procedimento
Abordagem minimamente invasiva: pode evitar incisões convencionais, conforme a técnica indicada.
Tratamento direcionado: o planejamento utiliza o mapeamento das veias pelo ultrassom Doppler.
Possibilidade de atendimento ambulatorial: em muitos casos, a alta ocorre no mesmo dia.
Possível melhora dos sintomas: o tratamento da veia selecionada pode ajudar a reduzir peso, dor e inchaço relacionados ao refluxo.
Os resultados variam. Algumas pessoas precisam de novas sessões ou de tratamento complementar.
Método
Como realizamos o procedimento?
1.Avaliação vascular: o médico analisa sintomas, histórico e exames.
2.Mapeamento venoso: o Doppler mostra o trajeto das tributárias e os pontos de refluxo.
3.Planejamento: a equipe define a técnica e o material adequados ao caso.
4.Aplicação: o agente esclerosante pode ser aplicado com agulha ou microcateter, com orientação por ultrassom.
5.Acompanhamento: a equipe orienta compressão, caminhada, retorno e novas avaliações, quando indicados.
A anestesia, o tempo de observação e o retorno às atividades dependem do procedimento e das condições de cada paciente.
Suporte
Acompanhamento especializado
Na Clínica Fares, o cirurgião vascular explica as opções de tratamento, os benefícios esperados e os cuidados de recuperação. Cada plano considera os sintomas, os exames e a anatomia das veias.
Atendimento acolhedor
Receba orientação clara antes, durante e depois do procedimento.
Perguntas frequentes
A escleroterapia de varizes calibrosas dói?
A aplicação pode causar picadas, ardor ou sensação de pressão. A intensidade varia de pessoa para pessoa.
A espuma substitui a cirurgia ou o endolaser?
Nem sempre. A espuma é uma das opções. O Doppler ajuda o médico a escolher a abordagem mais adequada para cada caso.
Quantas sessões são necessárias?
Não existe um número fixo. A quantidade depende do número de veias, do calibre, da extensão do refluxo e da resposta de cada pessoa.
Como é a recuperação?
Em muitos casos, a alta ocorre no mesmo dia. A equipe orienta quando caminhar, usar compressão e retornar às atividades.
Agende sua consulta
Quer saber se a escleroterapia é adequada para suas varizes tributárias? Agende uma avaliação com a equipe vascular da Clínica Fares.



