Os riscos da ceia de Natal, e como sobreviver para o réveillon

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Esse tema é universal: a mesa repleta é uma das maiores tentações do ano, pois reúne o melhor da culinária engordativa, muitas tentações, um convite ao excesso. São os riscos da ceia de Natal, a gente ama a festa, mas nosso corpo nem sempre acompanha o ritmo.

O problema é que, por trás de toda essa delícia, moram alguns riscos que podem transformar a celebração em uma dor de cabeça (ou de barriga). Mas vamos pensar positivo e dar algumas dicas valiosas para você curtir tudo sem arrependimentos.

O perigo mora no prato: 5 armadilhas a evitar

A combinação de pratos gordurosos, doces e, muitas vezes, aquele parente que insiste para você “provar isso que está uma delícia”, pode ser uma bomba-relógio. Fique de olho nestes pontos:

1. Indigestão: um clássico

Misturar muitas comidas pesadas e gordurosas de uma vez sobrecarrega o sistema digestivo, e o resultado? Azia, gases, inchaço e aquela sensação de empachamento que ninguém merece.

2. Intoxicação alimentar

Maionese fora da geladeira, carnes mal assadas, sobremesas com ovos crus… O calor e o tempo de exposição dos alimentos são um convite para bactérias. Fique atento também com o que é consumido fora de casa, pois quem está na praia corre mais riscos devido às altas temperaturas

3. Picos de glicemia

Para quem tem diabetes ou pré-diabetes, a ceia é um campo minado, pois a quantidade de carboidratos e açúcares em pratos como arroz à grega, farofa, rabanada e panetone pode desregular totalmente os níveis de açúcar no sangue.

4. Pressão nas alturas

O excesso de sal está por toda parte: no bacalhau, no tender, nos embutidos da tábua de frios. E bebidas alcoólicas também dão sua contribuição neste combo. Para quem é hipertenso, o exagero pode ser um gatilho perigoso.

5. Crises alérgicas

Com tanta variedade, fica fácil consumir algo sem saber todos os ingredientes. Pessoas com alergia a nozes, glúten ou lactose precisam de atenção redobrada para não terem uma surpresa desagradável.

Guia para uma ceia leve e segura

Como fugir dos riscos sem abrir mão do sabor? É mais simples do que parece:

  1. Não chegue com fome intensa, e faça um lanche leve antes de sair de casa. Assim, você não ataca a mesa como se não houvesse amanhã.
  2. Comece pela salada, pois encher metade do prato com folhas e legumes ajuda a controlar a fome e a comer menos dos pratos mais pesados. Truque antigo, mas funciona.
  3. Mastigue sem pressa e dê tempo para o seu cérebro entender que você está satisfeito. Converse, beba água e curta o momento. Seu estômago agradece.
  4. Cuidado com a temperatura: Mantenha os pratos quentes, bem quentes, e os frios, bem frios. Alimentos em temperatura ambiente são um paraíso para as bactérias.
  5. Moderação nos brindes, já que as bebidas alcoólicas são calóricas e podem irritar o estômago. Intercale cada copo com um de água.

A festa acabou, os efeitos dela, não? A Clínica Fares ajuda.

Às vezes, mesmo com todo o cuidado, o exagero acontece, mas se a indigestão persistir, se você sentir dores fortes ou qualquer outro sintoma preocupante depois das festas, não se automedique nem ache que “vai passar”.

O mais importante é cuidar de você para que as boas memórias da festa não sejam ofuscadas por um mal-estar, pois um desconforto que não passa pode ser sinal de algo mais sério.

Na Clínica Fares, temos uma equipe de especialistas prontos para te ajudar a se recuperar e começar o ano com o pé direito. Nossos gastroenterologistas e clínicos gerais estão à disposição para entender o que aconteceu e indicar o melhor caminho para seu bem-estar.

Não deixe um mal-estar estragar momentos tão bonitos..

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Aproveitamos para desejar um Feliz Natal a quem nos acompanha por aqui 😉

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