Exérese de lesão septal: quando indicamos

Avaliação e tratamento de massas, cistos e outras alterações no septo nasal com planejamento especializado na Clínica Fares.

A exérese de lesão septal é a remoção de uma alteração localizada no septo, formado por cartilagem, osso e mucosa. A lesão pode ser benigna, inflamatória, vascular ou, menos frequentemente, maligna. Desvio, esporão ou outra alteração estrutural também pode contribuir para a obstrução nasal.

Na Clínica Fares, conduzimos a avaliação pela Otorrinolaringologia. O planejamento considera respiração, sangramentos, olfato, dor, histórico de trauma, medicamentos e relação com estruturas próximas. Nem toda obstrução exige exérese: o tratamento pode ser clínico, uma septoplastia ou outra abordagem.

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Entenda o procedimento

O que é a exérese de lesão septal?

É a remoção de uma lesão do septo quando ela causa sintomas, cresce, sangra, obstrui o ar ou precisa de análise. A endoscopia ajuda a visualizar a cavidade e pode orientar biópsia ou retirada. Em alterações maiores ou profundas, podem ser indicadas tomografia ou ressonância.

A via endonasal é utilizada em muitos procedimentos, mas não é possível garantir que todas as lesões possam ser removidas pela mesma técnica ou sem nenhuma incisão externa. O acesso depende do tamanho, da localização, da vascularização, da profundidade e da suspeita diagnóstica.

Lesões pequenas e provavelmente benignas podem ser excisadas. Se forem extensas, suspeitas ou próximas de estruturas importantes, uma biópsia incisional pode preceder o tratamento definitivo. O material removido pode seguir para anatomopatológico.

Indicação

Quando podemos considerar a remoção?

Discutimos a exérese ou outra cirurgia septal quando há:

•obstrução nasal persistente ou unilateral;

•massa, cisto, pólipo ou crescimento visível na endoscopia;

•esporão ou desvio sintomático que não melhora com tratamento clínico;

•sangramentos recorrentes, dor ou crostas associados à lesão;

•crescimento, ulceração, falha de cicatrização ou necessidade de biópsia;

•alteração estrutural que interfere em cirurgia dos seios da face.

Ronco e apneia do sono precisam de avaliação própria. A obstrução nasal pode contribuir para os sintomas, mas a remoção de uma lesão ou a correção do septo não garante que a apneia será resolvida. Quando necessário, o otorrinolaringologista orienta investigação complementar, como avaliação do sono.

Falar com a equipe de Otorrinolaringologia da Clínica Fares

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Possíveis objetivos

O que o tratamento pode oferecer?

Investigar a causa: diferenciar lesão, desvio, esporão, pólipo, inflamação e outras causas de obstrução.

Favorecer o fluxo nasal: quando a lesão é responsável pelo bloqueio, sua remoção pode ajudar.

Orientar o tratamento: o anatomopatológico pode definir acompanhamento, nova cirurgia ou tratamento complementar.

A cirurgia não garante respiração normal, ausência de sangramento, preservação completa do olfato ou confirmação de benignidade antes do laudo. Algumas lesões podem recorrer, e outras podem exigir tratamento adicional conforme o resultado da biópsia.

Método

Como realizamos a avaliação e o procedimento?

1.Consulta e endoscopia: o especialista avalia sintomas e examina a lesão, a mucosa e as estruturas próximas.

2.Exames complementares: tomografia ou ressonância podem ser indicadas em lesões maiores, profundas ou suspeitas.

3.Definição da técnica: o caso pode ser conduzido com observação, tratamento clínico, biópsia, excisão endonasal, septoplastia ou outra cirurgia.

4.Remoção e análise: quando indicada, a lesão é retirada com anestesia local, sedação ou geral, conforme a extensão, e pode seguir para anatomopatológico.

A preservação de cartilagem e mucosa é planejada sempre que possível. Em tumores malignos ou lesões extensas, pode ser necessário remover tecidos envolvidos e discutir o caso com equipe multidisciplinar.

Entre os possíveis riscos estão dor, sangramento, infecção, crostas, aderências, perfuração do septo, alteração do olfato, dormência, obstrução persistente, mudança no formato externo do nariz e necessidade de nova intervenção. O risco varia conforme a técnica e a condição tratada.

Recuperação

Cuidados após a cirurgia

Siga as orientações sobre lavagem nasal, medicamentos, curativos e retornos. Pode haver congestão, secreção com sangue, inchaço e pressão. Não assoe o nariz, não introduza objetos na cavidade e espirre com a boca aberta enquanto a equipe orientar.

Evite esforço físico, levantamento de peso e impactos até a liberação. O retorno depende do procedimento e da atividade profissional. A recuperação inicial costuma ocorrer em uma a duas semanas, mas a cicatrização interna pode continuar por meses.

Perguntas frequentes

A exérese de lesão septal dói?

A anestesia reduz ou impede a dor durante o procedimento. Depois, pode haver pressão, congestão, sensibilidade e dor, controladas conforme a orientação médica.

A cirurgia deixa cicatriz no rosto?

Muitos procedimentos são realizados por dentro do nariz, mas isso depende da lesão e da técnica. Uma incisão externa pode ser necessária em situações específicas. O médico explicará o acesso e as possíveis marcas antes da cirurgia.

O material removido vai para análise?

Quando indicado, sim. O anatomopatológico ajuda a identificar a natureza da lesão. O resultado deve ser interpretado junto com a avaliação clínica e os exames de imagem, quando realizados.

Quando procurar avaliação rapidamente?

Procure atendimento se houver sangramento nasal recorrente ou intenso, obstrução unilateral progressiva, massa que cresce, ferida que não cicatriza, secreção com odor forte, dor persistente, alteração visual, febre ou dificuldade importante para respirar.

Agende sua avaliação na Clínica Fares

Você tem obstrução nasal persistente, sangramento recorrente, dor, crostas ou uma lesão identificada no septo? Agende uma avaliação de Otorrinolaringologia na Clínica Fares para definir se o melhor caminho é tratamento clínico, acompanhamento, biópsia, exérese ou cirurgia estrutural.

Imagens meramente ilustrativas

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