Extração de amígdalas: quando é necessário e o que esperar da cirurgia

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

A dor de garganta frequente e a dificuldade para engolir levam muitos pacientes aos consultórios médicos. Em vários desses casos, as amígdalas, que são duas estruturas de defesa que se localizam no fundo da garganta, concentram o problema. Quando elas passam a causar mais problemas do que proteger o organismo, a cirurgia de extração de amígdalas (que os médicos chamam clinicamente de amigdalectomia) entra em cena como uma solução definitiva.

Se você ou seu filho sofrem com infecções recorrentes ou distúrbios do sono, a equipe especializada em otorrinolaringologia da Clínica Fares avalia o seu quadro com precisão. A seguir, entenda quando o médico realmente indica o procedimento e o que você vivenciará no período cirúrgico

Quando a extração de amígdalas é recomendada?

As amígdalas funcionam como filtros que barram bactérias e vírus. No entanto, em alguns pacientes, elas se tornam o próprio foco de infecções ou crescem além do tamanho normal. O especialista em otorrino costuma indicar a cirurgia nas seguintes situações:

  • Amigdalite de repetição: O paciente enfrenta episódios frequentes de infecção bacteriana (geralmente mais de 5 a 7 episódios em um único ano) e precisa usar antibióticos constantemente.
  • Apneia obstrutiva do sono: Amígdalas excessivamente grandes (hipertróficas) bloqueiam parcialmente as vias aéreas durante a noite e provocam roncos severos, pausas na respiração e noites mal dormidas (um quadro muito comum em crianças).
  • Caseum (cáseos amigdalianos): Restos de alimentos e saliva acumulam-se nas cavidades das amígdalas, formam pequenas bolinhas amarelas com odor forte e causam mau hálito crônico, que a higiene bucal não elimina.
  • Abscesso periamigdaliano: Infecções graves produzem pus na região ao redor da amígdala e formam o abscesso, uma complicação que frequentemente exige intervenção cirúrgica posterior.

O que esperar da cirurgia?

Apesar de gerar ansiedade, a extração de amígdalas é um dos procedimentos mais seguros e realizados no mundo.

Na Clínica Fares, realizamos o procedimento em ambiente hospitalar sob anestesia geral, garantindo que o paciente não sinta absolutamente nada durante a intervenção, que dura cerca de 30 a 45 minutos. O cirurgião remove as estruturas pela própria boca, ou seja, não provocando nenhuma cicatriz externa no pescoço ou no rosto. Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia.

Como funciona a recuperação e o pós-operatório?

A recuperação varia entre adultos e crianças. Nos primeiros dias, ocorrem normalmente desconforto e a dor ao engolir, mas perfeitamente controláveis com os analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pela equipe de otorrinolaringologia.

Para garantir uma cicatrização segura e sem intercorrências, alguns cuidados fundamentais devem ser seguidos:

  1. Alimentação pastosa e fria: Nos primeiros 3 a 5 dias, a dieta deve ser baseada em alimentos frios ou gelados, como sorvetes, gelatinas, iogurtes, caldos batidos (mornos ou frios) e purês. O frio atua como um analgésico natural e evita sangramentos.
  2. Repouso absoluto: É essencial evitar esforços físicos, carregar peso ou exposição ao sol por cerca de 10 a 14 dias para prevenir o risco de sangramento local.
  3. Hidratação constante: Beber água em pequenos goles com frequência, mesmo com o desconforto ao engolir, mantém a região limpa e acelera a cicatrização.

Cuide da sua saúde respiratória na Clínica Fares

Viver com dor de garganta constante ou noites mal dormidas impacta diretamente a sua produtividade e qualidade de vida. A remoção das amígdalas, quando bem indicada, traz um alívio imediato e devolve o bem-estar ao paciente.

Seja unidade da Clínica Fares Osasco, Vila Nova Cachoeirinha, Santo Amaro ou Penha, você encontra uma infraestrutura moderna de diagnóstico e profissionais de excelência prontos para indicar o tratamento ideal para o seu caso.

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